10.2.09

DIA DE INFORMAÇÃO DO E.C.C. DIOCESANO EM JUNDIAI

Aconteceu neste dia oito de fevereiro de dois mil e nove , na paróquia Sto.Antonio, gentilmente cedida pelo Revmo. Padre Adriano, paróco,  o dia de informação do E.C.C. para os casais das 41 paróquias que possuem o ECC

Quadrante entregue a cada casal e diretores espirituais no dia da INFORMAÇÃO DO E.C.C. DIOCESENO EM JUNDIAI-SP

Momento da Celebração Eucaristica presidida por Dom Gil A. Moreira

Casais na Celebração Eucaristica  e   Dom Gil no salão junto com a coordenação diocesa do Encontro de Casais com Cristo 

Casais da Paróquia São João Bosco do Eloy Chaves

casais presentes no dia de Informação 

  

DOM GIL e o CASAL DIOCESANO  EU e o CASAL DIOCESANO

Senhoras da coordenação do ECC acompanhadas da Ieda (minha esposa) .   e as senhoras   da Catedral

Toninho E Yara - casal setorial da região cinco

 

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2.2.09

SEMINARISTAS QUE SERÃO ORDENADOS DIÁC.TRANSITÓRIOS

Milton Rogério, "Quando criança repetia com insistência: ‘Quando crescer, quero ser padre’. Porém, cresci e tratei de me convencer que aquele sonho era apenas um pensamento de criança. Eu já estava convencido disso, mas a misericórdia do Senhor me precedia. Em fevereiro de 1999, Pe. Venilton Calheiros, nosso Pároco, lançou o convite aos jovens para participarem dos encontros vocacionais diocesanos. Não fui atraído por tal convite, mas fui convencido pelo padre a participar, sem compromisso. E assim, nos primeiros sábados de cada mês, lá estava eu. Mesmo não imaginando, antes, ingressar imediatamente no seminário, resolvi iniciar o Curso Propedêutico a 23 de janeiro do ano 2000. Na missa de despedida de minha comunidade, as palavras do evangelho permaneceriam gravadas em mim: ‘Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens’ (Cf. Mc 1,17). O mesmo Senhor que chamara Simão e André, agora também chamava a mim. Dei minha resposta positiva e, daí para frente, deixei que Ele tomasse conta de minha vida. Durante os nove anos de seminário, cresci muito. Aprendi a amar mais a Igreja e trabalhar para que seus filhos tenham vida em Deus. Aprendi a esperar em Deus, mesmo quando todas as forças pudessem parecer esgotar. Aprendi que a obediência é um dom; quem obedece não erra. No seminário, tive de conviver com pessoas muito diferentes de mim e, na diferença, descobri o dom da fraternidade e da amizade. Ao longo desses anos, Deus me presenteou de muitas formas. Foram anos de estudo, que me fizeram crescer. O contato com inúmeras disciplinas ajudou a ampliar meu conhecimento. O mergulho na Teologia me ajuda a falar de Deus a partir da experiência, me ajuda a experimentar um Deus que é rico em misericórdia. O contato com tantas paróquias e com tantas experiências pastorais foi enriquecedor: ajudou-me a ser Igreja. Foram anos de convivência com bispos, padres, religiosos, seminaristas, leigos e leigas, pessoas que só contribuíram na experiência do amor de Deus. Por isso e por muito mais, só posso dizer que fui presenteado por Deus. Nosso Senhor chamou os Apóstolos porque eles precisavam permanecer com Ele. Não tenho dúvida de que fui chamado pelo Senhor porque necessito dele. É antes para a minha própria conversão que o Senhor me chama. Muitos me perguntam o motivo pelo qual eu entrei tão jovem para o seminário. Sem titubear, eu afirmo que é o tempo de Deus em minha vida. Talvez, se eu deixasse para realizar a minha própria vontade, teria desperdiçado a graça de Deus. Tenho convicção da realização do tempo de Deus em minha vida. Bento XVI disse, no dia de sua eleição, para a Cátedra de Pedro: ‘Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes’. Eu sou um desses instrumentos e desejo que Nosso Senhor trabalhe e aja em mim segundo a sua vontade. Estou disposto a dar a vida para que todos tenham vida em abundância. Caro jovem, Nosso Senhor pode estar chamando você, sugiro fazer como fiz: uma experiência sem compromisso. ‘Não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira (Cf. Bento XVI, Missa de início do Ministério Petrino a 24.04.2005).’" Milton demonstra estar muito feliz ao ser ordenado diácono, esperando ansioso o dia de sua ordenação presbiteral. Deus seja sua força e sua alegria!. Paulo Eduardo "Sabem-se lá os desígnios da divina providência, sou fruto da aventura de um então policial e uma garçonete vinda do Nordeste do Brasil à procura de emprego em São Paulo. Fui tomar conhecimento do drama quando completei 16 anos. Foi minha mãe que, às lágrimas, me contou a turbulência da minha gestação. Desolada, trabalhando em casa de família, sucumbiu à proposta da patroa: o melhor a ser feito era o aborto. Bastava um comprimido para pôr termo à incipiente vida. Tomaram-se dois. Naquela mesma noite, o arrependimento tomou conta do jovem coração materno. Minha mãe se lembrou da religião e suplicou à intercessão de Nossa Senhora Aparecida. Chorou amargamente o pecado que cometera e pediu à Mãe de Deus que, se possível, remediasse a situação. Deus resiste à oração dos soberbos, mas não Se agüenta diante do pobrezinho de alma abatida, que treme ao ouvir Sua voz (Cf. Is 66,2). As preces de minha mãe, como as de Ana, mãe de Samuel (Cf.1Sm 1,9-18), foram atendidas. Realizado o casamento civil de meus pais, fomos morar com minha avó paterna. Foi minha avó que me ensinou as primeiras orações.Sempre me acompanhou, desde tenra idade, a inclinação às ‘coisas de Deus’. Criança, impedi que minha mãe se enveredasse pelas trilhas de uma seita neopentecostal. Eu, mesmo distante da comunidade cristã, me sabia ‘católico’. Em 1994, minha mãe e eu fomos à celebração de ‘Quarta-feira de Cinzas’, dia de penitência e conversão. Daquele dia em diante, nunca mais nos afastamos da Igreja. Meus pais se uniram em matrimônio, meu irmão e eu recebemos o batismo e, em seguida, a 1ª comunhão.Em 1996, já em Jundiaí, entrei em contato com a Renovação Carismática Católica e participei de encontro vocacional dos Legionários de Cristo. Na ocasião, assistimos ao filme ‘Coração Valente’, de Mel Gibson. Uma pergunta me foi feita: ‘Por que não dar a vida pelo Reino de Cristo?’ Vislumbrou-se, então, a possibilidade de dar a vida por Ele. Entrei no seminário com 13 anos. Elogiado pelos superiores, contudo, sentia-me só. Além disso, preocupações relacionadas à família começavam a dispersar-me. Meus pais discutiam por causa da situação financeira e minha mãe ficou grávida do terceiro filho. Tudo isso me fez decidir sair do seminário.A vocação, no entanto, em nada estremeceu. Em 2000, entrei para o Seminário Diocesano, acolhido, então, por D. Amaury Castanho. Em maio de 2005, iniciava-se nova etapa de minha vocação. D. Gil Antônio decidira enviar a Roma, para estudar Teologia, dois seminaristas: Márcio Odair e eu. Esta decisão só podia ser recebida com muito entusiasmo. Repercutem até hoje as palavras do Pastor: ‘Filho, seu Bispo confia em você!’.Até julho de 2008, vivi na ‘capital’ da Igreja, estudei e orei à sombra do Sucessor de Pedro. Foram anos que me ficarão gravados fortes na memória e no coração. De volta ao Brasil, após seis meses de trabalhos pastorais, a Igreja, pela voz de D.Gil, confirmou-me a vocação que desde os 11 anos trago no coração, chamando-nos para a ordenação diaconal. Sinto-me pensado na oração que Jesus fez durante uma noite inteira antes de escolher seus apóstolos (Cf. Lc 6,12). Ouço as palavras de Jesus: ‘Não foste tu que me escolheste, mas eu que te escolhi’ (Cf. Jo 15,16a). Experimento-me fraco diante de tão grande mistério; sinto forte apelo à conversão. Consola-me a presença daquela que me valeu desde os primeiros momentos de minha existência. Ela, Mãe de Deus, interceda por mim ao consagrar-me para sempre a seu filho”

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SEMINARISTAS QUE SERÃO ORDENADOS DIÁC.TRANSITÓRIOS

  Leandro Megeto.  “Tudo começou numa manhã do domingo, 17 de outubro de 1993, dia da minha 1º Comunhão. Nascido num lar cristão fui educado nos princípios do Evangelho, entretanto, minha família não participava da vida da Igreja. Quase não me lembro das vezes em que coloquei os meus pés numa igreja quando criança. Deus teria todos os motivos para não me escolher, mas os seus pensamentos não são os nossos pensamentos. (cf. Is 55, 8-9).Lembro-me de, aos 8 anos de idade, ter ido à missa, uma vez, com o meu pai para agradecer o sucesso da cirurgia de meu irmão. Para mim foi uma sensação muito boa. De outra vez, acompanhei um amigo de escola, à catequese de preparação para a 1ª Eucaristia da Paróquia Nova Jerusalém. Continuei a ir e logo pedi à catequista um livrinho para acompanhar os encontros. Na semana seguinte, ela me trouxe o livro e me disse ter falado com o padre (trata-se de Pe.Marcílio), e que ele havia me autorizado a fazer parte daquele grupo de catequizandos. Daquele dia em diante, nunca mais deixei a igreja. Ao final de um ano, fiz, feliz, minha 1ª Comunhão.O interessante é que os meus pais nunca desconfiaram que todas as quartas-feiras, eu saía de casa, pela manhã, para ir à igreja. Sempre acharam que estava na casa de alguém. Até que um dia eu precisei contar, pois tinha que pagar a roupa da 1ª Comunhão. Lembro-me bem das palavras de minha catequista: Quando você receber o Corpo de Cristo, volte para o seu lugar e reze, pois daquele momento em diante Deus transformará a sua vida. Após a comunhão, fiz conforme ela me orientou, mas não podia imaginar e nem compreender o que aconteceria depois. Com toda a certeza essas foram palavras proféticas. Na Igreja, a figura do sacerdote despertava em mim uma inquietação interior. Ainda não sabia que se tratava de um aceno divino. Fui aos poucos descobrindo que Deus me chamara para ser padre. Como ardia em meu coração tal desejo, comecei a participar das atividades pastorais: catequese, liturgia, arrumação da igreja, acólito, serviço aos pobres no almoço oferecido pela pastoral social, entre outras atividades. Foram anos maravilhosos em que pude experimentar concretamente o amor de Deus em minha vida. Porém, foram anos de provações também. Como a minha família não participava da igreja, muitas vezes era difícil para eles me compreenderem. Por muitas vezes era impedido de ir aos encontros e reuniões na comunidade. Mas Deus estava conduzindo a minha história e tinha toda uma comunidade que me apoiava e rezava por mim. Aos poucos, os meus pais foram entendendo a grandeza do chamado divino em minha vida e foram percebendo que as forças humanas são um nada diante da vontade de Deus.Após terminar o Ensino Médio, depois de trabalhar e namorar, resolvi entrar para o Seminário. No dia 28 de janeiro de 2003, após um ano de preparação, fui convidado a ingressar, iniciando o curso de Filosofia e depois, o de Teologia, tudo concluindo, com satisfação, em 2008. O período de seis anos no Seminário foi decisivo em minha vida. Foi lá que experimentei profundamente o amor misericordioso de Deus, creci na fé e na vocação. Agora, mais uma vez, Deus mostra que eu necessito estar junto dele. Chama-me, por graça e misericórdia, a ser diácono. Preparando-me para a ordenação, trago no coração aquelas palavras de minha catequista: ´Deus transformará a sua vida´. Ele transformou, transforma diariamente e transformará todos os dias de minha existência. Se você jovem sente-se atraído por Cristo, não tenha medo,coragem, levanta-te, Ele te chama  Márcio Odair Ramos, "Nasci em Jundiaí, num berço humilde, sou o oitavo filho do casal José e Antonia, simples lavradores vindos do sul do País à esta cidade, à procura de melhores condições de vida. Desde tenra idade, minha mãe me ensinou as piedosas orações à Santíssima Trindade, à Virgem Imaculada, sempre também me levando à Missa numa capela dedicada à Santa Maria Gorett, sendo essa assistida pelos Padres Oblatos de Maria Virgem. Já nos primeiros anos escolares, dispensava um grande interesse pelos estudos ligados à fé, à Igreja e pelo que me lembro, sempre desejei ansiosamente receber a Eucaristia. Aos dez anos, pelas mãos do Padre Pedro Azzoni, recebi esta Graça.Depois deste marcante momento de minha vida, fui convidado pelo neo-sacerdote Pe. Márcio Pinho, a me tornar um pequeno Acólito, função esta que desempenhei com grande alegria até os meus quatorze anos, quando entrei na catequese da Crisma. Neste período, Pe. Márcio me incentivou vocacionalmente dizendo ver em mim traços de vocação sacerdotal, mas por medo sempre me esquivei. Na verdade, já sentia o chamado de Deus na minha vida, mas precisava ajudar minha família com o pouco que recebia por meus trabalhos.Mas, o Senhor tem seus meios de ´sedução´ que são irrefutáveis, mesmo nesta época, quando de fato fui assumindo mais efetivamente minhas responsabilidades de trabalho, estudo, sempre senti arder em meio peito a voz de Jesus a me chamar. Dava-lhe minha resposta através dos compromissos pastorais na liturgia, no grupo de jovens, nos grupos de Oração; mas, aos poucos, pude perceber que quanto mais me envolvia, tanto mais queria me entregar ao serviço a Deus na Igreja sempre sentindo um desejo e uma necessidade de ser mais generoso na resposta ao chamado que, sabia, Deus me fazia.Orientado pelo Pe. Wilson, procurei o Seminário Diocesano Nossa Senhora do Desterro para discernir minha vida vocacional. Durante todo o ano de 2002, frequentei os encontros vocacionais e, por meio destes, fui descobrindo aquilo que hoje acredito ser minha vocação: Servir a Igreja como presbítero. Durante este período de discernimento vocacional, nenhuma pessoa sabia da minha participação nos encontros vocacionais, nem familiares, nem amigos. Eu tinha claro que era uma decisão importante, e para tanto, tinha de estar livre para responder. Depois de um ano de acompanhamento, recebi por parte dos formadores uma resposta positiva quanto ao meu ingresso no seminário. Reuni, então minha família, os meus amigos e comuniquei a todos a minha decisão de me tornar padre. A surpresa foi geral, mas recebi apoio incondicional de todos.Ingressei no Seminário em 2003, no biênio de Filosofia; em 2005, iniciei os estudos teológicos em São Paulo, quando por graça e misericórdia de Deus, fui enviado, em nome da Igreja, por Dom Gil Antônio Moreira, bispo diocesano, para cursar a Teologia à sombra dos pés de Pedro em Roma, onde permaneci até julho de 2008.Vislumbrando com os olhos da fé história que Deus tem realizado em minha vida, posso dizer que a cada dia, desde o primeiro, aquele ´ardor´ pelas coisas do Senhor me consome, e é esta vontade de estar com Ele, de permanecer no seu Amor e na sua vontade, é que me faz lançar tudo o que sou e tudo o que tenho na sua misericórdia,aceitando com disponibilidade seus projetos para minha vida." 

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29.1.09

DOM GIL A.MOREIRA DEIXARÁ JUNDIAI DEPOIS DE 5 ANOS

  ANÚNCIO: Dom Gil informou ontem, através de uma coletiva, a decisão do papa Bento 16

                                              DE VOLTA PARA MINAS
 
                         Bispo dom Gil deixará Jundiaí depois de 5 anos
                ——————————————————————————– 

  Dom Gil Antônio Moreira, 59 anos, bispo diocesano de Jundiaí, acaba de ser nomeado arcebispo de Juiz de Fora, em Minas Gerais. A nomeação foi publicada ontem no "Osservatore Romano", espécie de Diário Oficial do Vaticano. Ele comandou a diocese de Jundiaí durante cinco anos. A posse em Juiz de Fora está marcada para dia 28 de março, às 14h30, na Catedral Metropolitana. Não se sabe quem deverá substituí-lo. Essa escolha será feita pelo papa Bento 16. Dom Gil ficou sabendo da nomeação há 15 dias, mas manteve sigilo até que o documento fosse publicado. Essa medida é praxe e aconteceu quando ele foi nomeado bispo de Jundiaí também. Na época, o então dom Amaury Castanho havia renunciado ao cargo, uma vez que tinha completado 75 anos e poderia se tornar emérito. Aliás, esse foi o motivo também na escolha de dom Gil para assumir a arquidiocese mineira. Naquele local, o bispo também renunciou por conta da idade já avançada. "Vou de coração partido em deixar uma diocese tão ativa e boa. Mas ao mesmo tempo feliz em merecer essa nova tarefa", afirmou ontem. Ele receberá o palio - símbolo do arcebispado - das mãos de Bento 16, em Roma, no dia 29 de junho, Dia de São Pedro. A arquidiocese que dom Gil vai assumir contempla três dioceses: a de Juiz de Fora, a de Leopoldina e a de São João Del Rey. Em termos de população atinge mais de milhão de habitantes, número expressivo, porém semelhante ao da diocese de Jundiaí, que hoje abrange 11 cidades. No entanto, a importância disso no clero é imensa. A arquidiocese é o primeiro passo para, num futuro próximo, se tornar cardeal. Esse caminho percorreu em tempo recorde dom Odilo Scherer que, assim como dom Gil, era bispo auxiliar em São Paulo, passou a arcebispo e hoje já é cardeal. Repercussão - Dom Gil saiu de Minas Gerais rumo a São Paulo assim que foi nomeado, em 1999. Foi bispo-auxiliar na Arquidiocese de São Paulo, responsável pelos seminários; presidente da Comissão de Bens Culturais da arquidiocese; responsável pela Comissão de Bens Culturais da Igreja no Regional Sul 1 da CNBB. Já em Jundiaí, continuou à frente dos Bens Culturais e foi escolhido em 2007 pelo papa Bento 16 para ser integrante da Congregação para a Educação Católica - um dos mais importantes organismos da Cúria Romana. A Congregação para Educação Católica é o setor responsável pelas universidades católicas, colégios católicos e, sobretudo, pelos seminários. "Acredito que tal escolha foi por conta do trabalho que desenvolvi como reitor e como professor", admitiu na época. Ele estava satisfeito e garantiu que não deixaria a diocese. Questionado quem seria seu substituto, dom Gil explicou que essa decisão só caberá ao papa. Em dois meses, deixará a diocese e, se até lá não for escolhido um representante, um conselho escolhe um padre, que pode ser o vigário-geral ou não, para assumir administrativamente a Diocese.

FONTE: Jornal de Jundiai edição de 29.01.2009 - HANAÍ COSTA

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26.1.09

BÊNÇAO DA EMPRESA RECIPLA NO BAIRRO DO MEDEIROS

Neste dia vinte e seis de janeiro do ano da graça de dois mil e nove as desesseis e vinte horas fui abençoar a empresa de propriedade do Gilberto e filhos  no bairro do Medeiros em Jundiai-SP

Gilberto 

 

empresa familiar, os filhos trabalhando

Família reunida para a foto junto concosco

Momento da oração da Bênçao e a Bênçao no crucifixo.

 

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17.1.09

MATRIMÔNIO DE GIOVANA e LEANDRO - DIA 16.01.09

Neste dia desesseis de janeiro do ano da graça de dois mil e nove, as vinte horas e trinta minutos na Catedral Nossa Senhora do Desterro em Jundiai SP , o matrimônio de GIOVANA e LEANDRO, ELE  filho de Evanilda Maria Gaspar de Oliveira e Aguinaldo Pires de Oliveira, ELA, filha de Roselena da Graça Romano e de João Alvares Júnior (in memorian)

Momento do SIM de Giovana e Leandro

Bênção nupcial  e os noivos já casados

Pais do noivo e Avós da noiva

casais amigos

Beto e eu , eu e Márcia

grande recepção  na S.E.C.

 

o noivo eu e minha querida esposa Ieda

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11.1.09

MATRIMÔNIO DE RODOLFO E FABIANA DIA 10.01.2009

Aconteceu no dia dez de janeiro do ano da graça de dois mil e nove, ás dezenove horas e trinta minutos na capela do Moinho Santa Candida,situada a rua José de Rezende Meirelles, bairro Sta.Cândida, na cidade de Vinhedo-SP  A  CELEBRAÇÃO DO SACRAMENTO DO MATRIMINIO  de  FABIANA e RODOLFO  ,    Ela filha de:     Silvio Ceolin e Sonia Maria Ceolin   Ele filho de: Clovis Cuestas e Joana Cuestas

Capela da Celebração em Vinhedo, visto externamente e internamente

entrada do noivo e entrada da noiva

Delegação para que eu pudesse estar assistindo ao matrimônio de FABIANA E RODOLFO

momento do sim e a bênção da aliança

       Renato e Nayara (ele irmão do noivo)  , eu ,  Francine e Fernando (ela a irmã do noivo)

eu e a noiva              e                       minha esposa e eu

Bonaldo, amigo dos garçons

 

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4.1.09

PALAVRA DE DOM GIL ANTONIO MOREIRA-BISPO DIOCESANO

Dom Gil Antonio Moreira é Bispo Diocesano de Jundiai-SP

Quando crescer, quero ser padre 

Entre os seis ordenandos do dia 15 de fevereiro próximo, encontra-se Milton Rogério, 25 anos, da Paróquia de São Sebastião de Cajamar, mas nascido em Jundiaí. É o terceiro filho do casal Francisco Manoel Vicente e Antonia Aparecida de Oliveira Vicente. No seio de família profundamente católica, cresceu apreendendo os valores cristãos. Segundo seu depoimento, era sagrada, em sua casa, "a hora de acordar cedo aos domingos para participar da missa, às 8 horas da manhã". Desde pequeno, acompanhou sua mãe aos grupos de oração da Renovação Carismática Católica.
É interessante ouvir seu próprio relato vocacional: "Quando criança, repetia com insistência: ‘Quando crescer, quero ser padre’. Porém, cresci e tratei de me convencer que aquele sonho era apenas um pensamento de criança. Eu já estava convencido disso, mas a misericórdia do Senhor me precedia.
Em fevereiro de 1999, Pe. Venilton Calheiros, nosso Pároco, lançou o convite aos jovens para participarem dos encontros vocacionais diocesanos. Não fui atraído por tal convite, mas fui convencido pelo padre a participar, sem compromisso. E assim, nos primeiros sábados de cada mês, lá estava eu.
Mesmo não imaginando, antes, ingressar imediatamente no seminário, resolvi iniciar o Curso Propedêutico a 23 de janeiro do ano 2000. Na missa de despedida de minha comunidade, as palavras do evangelho permaneceriam gravadas em mim: ‘Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens’ (Cf. Mc 1,17). O mesmo Senhor que chamara Simão e André, agora também chamava a mim. Dei minha resposta positiva e, daí para frente, deixei que Ele tomasse conta de minha vida.
Durante os nove anos de seminário, cresci muito. Aprendi a amar mais a Igreja e trabalhar para que seus filhos tenham vida em Deus. Aprendi a esperar em Deus, mesmo quando todas as forças pudessem parecer esgotar. Aprendi que a obediência é um dom; quem obedece não erra. No seminário, tive de conviver com pessoas muito diferentes de mim e, na diferença, descobri o dom da fraternidade e da amizade.
Ao longo desses anos, Deus me presenteou de muitas formas. Foram anos de estudo, que me fizeram crescer. O contato com inúmeras disciplinas ajudou a ampliar meu conhecimento. O mergulho na Teologia me ajuda a falar de Deus a partir da experiência, me ajuda a experimentar um Deus que é rico em misericórdia. O contato com tantas paróquias e com tantas experiências pastorais foi enriquecedor: ajudou-me a ser Igreja. Foram anos de convivência com bispos, padres, religiosos, seminaristas, leigos e leigas, pessoas que só contribuíram na experiência do amor de Deus. Por isso e por muito mais, só posso dizer que fui presenteado por Deus.
Nosso Senhor chamou os Apóstolos porque eles precisavam permanecer com Ele. Não tenho dúvida de que fui chamado pelo Senhor porque necessito dele. É antes para a minha própria conversão que o Senhor me chama. Muitos me perguntam o motivo pelo qual eu entrei tão jovem para o seminário. Sem titubear, eu afirmo que é o tempo de Deus em minha vida. Talvez, se eu deixasse para realizar a minha própria vontade, teria desperdiçado a graça de Deus. Tenho convicção da realização do tempo de Deus em minha vida.
Bento XVI disse, no dia de sua eleição, para a Cátedra de Pedro: ‘Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes’. Eu sou um desses instrumentos e desejo que Nosso Senhor trabalhe e aja em mim segundo a sua vontade. Estou disposto a dar a vida para que todos tenham vida em abundância.
Caro jovem, Nosso Senhor pode estar chamando você, sugiro fazer como fiz: uma experiência sem compromisso. ‘Não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira (Cf. Bento XVI, Missa de início do Ministério Petrino a 24.04.2005).’" Milton demonstra estar muito feliz ao ser ordenado diácono, esperando ansioso o dia de sua ordenação presbiteral. Deus seja sua força e sua alegria!

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VISITA AO SANTUÁRIO NACIONAL DE APARECIDA

No dia dois de janeiro de dois mil e nove, fui com minhas filhas, genro e neto á Aparecida do Norte-SP, tive a alegria de participar e  servir o altar durante a Celebração Eucaristica acontecida no Santuário Nacional as 9:00 horas

Procissão de entrada

Presidente da Celebração e o Salmista

O Corpo e o Sangue de Cristo Jesus Nosso Senhor

Por CRISTO, com CRISTO e em CRISTO, SEMPRE!

Oração do Pai Nosso , Oração Consagratória a Nossa Senhora  e Bênçao do final da Celebração Eucaristica no Santuário Nacional

 

Despedida do Povo de Deus e Procissão para a Sacristia

É muito bom estar no Santuário em Aparecida

Com as filhas, genro e neto

HORA DA CHEGADA     E     HORA DO RETORNO

"SABER ACOLHER ,  TAMBÉM É EVANGELIZAR"

 

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15.12.08

TARDE DE LOUVOR NA COMUNIDADE N.S. FÁTIMA BAIRRO M

Hoje, 14 de dezembro de 2008 as 14h00min horas na comunidade Nossa Senhora de Fátima, no bairro do Medeiros em Jundiai, com a presença da Sra.Solange da Arquidiocese de Sorocaba e também com a Presença do Padre Eduardo da TV SÉCULO XXI aconteceu a "TARDE DE LOUVOR" conforme programação abaixo

 

Programação da tarde de louvor na comunidade N.S. de Fatima

Dona Glaci no momento da ambiental

Procissão de Entrada

Inicio da Celebração da Santa Missa - da esquerda para a direita: Diác.Benedito Pedro, Padre Eduardo Doughert da TV Século XXi e o ministro extraordinário da Eucaristia Sr. Assib

Proclamação do Santo Evangelho

Palavra Proclamada…..

Palavra Atualizada

 

Momento da bênção de Deus concedida a todos os presentes individualmente pelo Revmo. Padre Eduardo Doughert

Por Cristo, com Cristo e em Cristo, sempre!

Sra. Solange junto conosco e ao lado do seu esposo, veio especialmente de Sorocaba para uma bonita tarde de reflexão  acontecido através de sua palestra  fez  com que todos pudéssemos refletir sobre a nossa caminhada como filhos de Deus na fé 

 

foto 01- Eu e o Padre Eduardo  // foto 02 Noé,Eliana e filhos com Pe.Eduardo

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